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Mobilidade Urbana nas Grandes Cidades

Antes de falarmos sobre Mobilidade Urbana precisamos entender que de que se trata de fato.

Se formos ao dicionário ou mesmo no Google, vamos encontrar várias definições sobre Mobilidade Urbana, mas a que mais se aproxima ao meu contexto é a seguinte:

 

“Mobilidade urbana é tudo que diz respeito ao deslocamento das pessoas dentro do perímetro urbano. Essa possibilidade de locomoção deve ser provida pela própria cidade, de maneira que seus habitantes possam exercer seu direito de ir e vir livremente, de forma rápida e eficiente. A cidade deve disponibilizar a infraestrutura e as ferramentas para essa movimentação, com transporte público viário, ferroviário e fluvial com sistemas inteligentes. Além disso, as condições com o fim de facilitar o transporte individual por meio de automóveis ou veículos movidos à tração humana também devem ser providos pelas autoridades urbanas”

 

Eu apenas acrescentaria a três pontos que considero fundamentais:

 

1. ... não é só o que diz respeito, mas também o que se faz a respeito . . .

2. ... de forma rápida e segura...

3. ... baixo custo e alto valor agregado.

 

Quando digo isso quero chamar atenção para as ações propriamente ditas e a busca constante por baixos custos e um alto valor agregado, pois somente assim que conseguiremos resolver os problemas de locomoção nas grandes cidades.

Devemos considerar que os recursos financeiros são e estão escassos e isso atinge todas as pessoas e governos.

Já ouvi várias propostas de descentralização dos centros urbanos ou melhor trazer as atividades para as periferias de tal forma que as pessoas, destas periferias não se deslocassem até os grandes centros, mas me pergunto e estendo a vocês estas questões.

- No caso da Cidade de São Paulo, como desmobilizar uma Av. Paulista ou mesmo todo o complexo de escritórios da Av. Luiz Carlos Berrini? Por exemplo.

E esta situação se espalha pelos grandes centros comerciais e de escritórios das Grandes Cidades, tornando cada vez mais estes deslocamentos complicados.

Como solução poderemos adotar políticas públicas que podem de certa forma amenizar este problema, mas não teremos uma solução de curto prazo.

 

Como ações pontuais:

                - Para onde se deslocam os veículos e de onde vem?

- Será que não é aí que precisamos adotar o transporte público e de forma integrada aos veículos?

                - Incentivar a carona solidária.

- Poderemos proibir ou mesmo cobrar um pedágio para veículos que circulam com apenas um indivíduo em horários de pico e em determinadas regiões?

E para isso não precisamos colocar pedágios, apenas utilizarmos a estrutura de radares que temos espalhados pelas cidades.

                - Transporte de Qualidade

- Na medida que você tem transportes públicos ou mesmo privado que atendam de ponta a ponta os Colaboradores com o intuito de retirar veículos das ruas em determinados horários. Portanto, tirar os chamados fretados destas regiões, não contribuiu para a melhoria do transito ou mesmo dos deslocamentos, apenas incentivou outros meios de deslocamento. Considerando que o transporte público não é bom, para onde vão estes usuários?

 

A opção por transportes compartilhados é fundamental neste processo.

 

Políticas públicas que incentivem novos negócios nas regiões periféricas, agora temos que ter consciência que Shopping no extremo leste da Cidade de São Paulo, por exemplo, não tem o mesmo impacto e retorno daquele que é montado em Pinheiros, Itaim ou em outros bairros referenciais da cidade. Como incentivar esta mudança? 

 

O fato é que enquanto os governos buscarem o lucro ou mesmo privilegiar uma categoria, não estaremos buscando soluções, apenas ações que não nos levarão a lugar algum.

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